
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
E.F.T. - Emotional Freedom Techniques
Participei ontem do Seminário da Prosperidade ministrado pela Maria João Sacagami. Fiquei encantada pela técnica E.F.T. que trabalha com diversos temas baseado nas crenças limitantes e na força que elas exercem sobre nossas vidas. Passei um dia revigorante!!!!
Quem quiser conhecer um pouco mais sobre o E.F.T. pode acessar www.eftbr.com.br
Vale a pena!!!!
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Ciclos da Vida...

Compartilho com vocês este texto enviado por uma amiga querida que vive sua passagem do Inverno para Primavera!!!! Me fez relembrar que eu adorava escutar "As Quatro Estações" de Vivaldi, narrada pela minha professora de piano... era lindo a forma como ela descrevia cada estação!!! Bons momentos da minha infância!!!
O INVERNO
Texto de Áureo Gomes Monteiro Júnior
“Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741) foi um prolífico compositor italiano. Ordenou-se padre e dizem que nunca celebrou missa. Assumiu a função de professor de violino numa escola para meninas – Ospedale della Piettà em Veneza – e lá compôs a maior parte de seus concertos, cantatas e músicas sagradas. As suas alunas eram encantadas pelas suas obras.
Do ponto de vista histórico musical, sabemos que Vivaldi inventou e consolidou o formato dos concertos. Tirando a música do âmbito interno e reservado das câmaras reais e levando-o até outros espaços, conquistando audiências com seus contrastes harmônicos e sua grande dose de originalidade e virtuose. Foi um inovador e um popularizador da música, num tempo em que a cultura ou a falta dela era elemento primordial de dominação e controle.
A produção de Vivaldi ficou praticamente esquecida até metade do século XX, quando foi resgatada e apropriadamente apreciada e difundida.
Vivaldi soube construir uma música que se libertava e se expandia em grandes concertos e, ao mesmo tempo, valorizava os espaços para os solistas, em geral, virtuoses que até hoje cativam as audiências. Ele também soube em seu tempo fazer com que suas obras fossem respeitadas e representadas em grandes teatros da Itália e de toda a Europa, em especial na França e em Viena.
A obra mais conhecida de Vivaldi é a Opus 8, que contém as 4 estações e se caracteriza por fortes contrates e ritmos vigorosos. Quando ouvimos os primeiros acordes da Primavera, temos imediatamente sensações boas e motivadoras.
Eu, pessoalmente, me apego em especial ao movimento allegro non molto do Inverno. É algo marcante para mim. Talvez porque a palavra “inverno” venha do latim hibernus, que nos lembra recolhimento, reflexão e preparação para o renascimento que chega com as luzes e o calor da primavera.
Inverno também traz a sensação do frio e, muitas vezes e em algumas regiões, é sinônimo de chuva e água, que é o líquido vital. O frio pode ser desagradável, mas é base para a frutificação. Sem frio as plantas não acumulam o açúcar que alimenta as abelhas, que produzem o mel, símbolo da verdade e base para o hidromel, que é a bebida dos deuses e dos sábios, representando o conhecimento sob a forma mais elevada.
No panteão dos deuses o inverno é consagrado a Heféstos, deus das artes do fogo e dos metais. Heféstos é um inventor para o qual nenhum milagre técnico é impossível, captando as belezas vivas com suas obras-primas de metal. Homero diz que Heféstos teria prendido Prometeu – que deu o fogo ao homem – no Cáucaso e moldou em argila o corpo de Pandora, a primeira mulher.
Interessante é que mesmo com todo esse poder Heféstos carregava no corpo a marca de suas fraquezas, como diz Homero: monstro esbaforido e manco, cujas pernas débeis vacilam sob o peso do corpo (Ilíada18, 410-411).
Os mestres Chevalier e Gheerbrant nos ensinam que “... a sucessão das estações, marcam o ritmo da vida, as etapas de um ciclo de desenvolvimento: nascimento, formação, maturidade, declínio – ciclo que se ajusta tanto aos seres humanos quanto a suas sociedades e civilizações. Ilustra, igualmente, o mito do eterno retorno. Simboliza a alternância cíclica e os perpétuos reinícios”.
A verdade “inexorável” é que tendo agruras ou não, depois do inverno chega uma primavera de renascimento, luz, calor, sons e vida.”
E eu... Já posso sentir o cheiro das flores!!!!!!
***
Acesse o link abaixo para escutar Inverno - Quatro Estações - Vivaldi
http://www.youtube.com/watch?v=FCLpqkIDlXs&feature=relatedsegunda-feira, 9 de agosto de 2010
Pensamento....
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Auto-Estima

AUTO-ESTIMA
Muitas pessoas tem falado muito sobre ter ou não auto-estima. Mas, afinal o que é a auto-estima?
A auto-estima é a principal ferramenta com que o ser humano conta para enfrentar os desafios do cotidiano, uma espécie de sistema imunológico emocional. Ela é vital e determina a forma como nos relacionamos com o mundo. Sem ela não há terreno para grandes descobertas e surgimento dos líderes, pois quem não acredita em si mesmo acha que não vale a pena dizer o que pensa.
Antigamente, acreditava-se que o grau de auto-estima de uma pessoa era determinado na infância e se preservava ao longo da vida. A boa notícia é que, nos últimos anos, a psicologia derrubou essa teoria. Hoje se sabe que é possível desenvolver a auto-estima em qualquer idade e mantê-la elevada para sempre. O sucesso dessa empreitada depende não apenas da visão que se tem se si mesmo, mas também da avaliação que se faz da sociedade em que se vive. Para aumentar a auto-estima, não basta apenas ter pensamentos positivos generalizados. O ideal é concentrar-se nos pontos fracos que podem ser mudados e melhorados.
O primeiro passo para melhorar a auto-estima é identificar os comportamentos e as crenças negativas que foram construídas durante a vida. Como acreditar ser incapaz de realizar grandes projetos, casar, ter filhos, ter um bom emprego. Se o indivíduo tem uma visão distorcida e negativa de si mesmo, terá baixa auto-estima.
Ter baixa auto-estima não significa ter depressão, mas uma coisa pode levar a outra. Quando uma pessoa tem baixa auto-estima se vê de maneira negativa, mas consegue levar uma vida normal. Quem tem depressão, perde a motivação de viver acompanhado pela baixa auto-estima.
Existem 6 regras para elevar a auto-estima e ganhar confiança de maneira permanente. Elas funcionam a partir do momento em que se decide identificar as crenças negativas e se trabalha continuamente para modificá-las.
1- Examinar o passado
Este ponto é crucial, deve-se olhar para o passado para analisar os erros que ocorreram e se podem ou não serem corrigidos. Ao olhar para aquilo que não pode ser corrigido deve-se aceitar, e concentra-se naquilo que pode ser melhorado.
2- Achar um meio-termo
Não polarizar as situações, se não acontecer perfeitamente como idealizado então foi um fracasso. Olhar para algo que pode ser melhorado.
3- Dar um sentido a vida
Buscar um objetivo, algo que motive sua vida.
4- Focar os aspectos positivos
Ao se concentrar nos pontos positivos, a percepção do indivíduo sobre a mesma situação muda para melhor.
5- Comentar com a família e os amigos as realizações positivas
Falar do próprio sucesso ajuda a reforçar a auto-confiança e a levar a auto-estima e neutraliza os pensamentos de autodepreciação.
6- Praticar esportes
A pratica regular de exercícios físicos melhora a saúde e a qualidade de vida, conseqüentemente auxiliam na auto-estima. Uma pessoa com auto-estima elevada acredita que tem o controle da própria vida, sente-se confiante em lidar com os contratempos e almeja alcançar o sucesso na vida pessoal e profissional.
Sinais de Perigo segundo o Psicoterapeuta Americano Nathaniel Braden. Segundo ele, se você se identificar com 4 dos sintomas da lista abaixo, você tem baixa auto-estima.
1 - Fazer auto-avaliações freqüentes perguntando: Por que sou assim?
2 - Sentir cansaço e stress constantes diante das atividades normais do cotidiano.
3 - Sorrir raramente e ter uma visão negativa das pessoas com quem convive.
4 - Preferir ficar sozinho e conhecer novas pessoas. Ter dificuldade em fazer novas amizades.
5 - Sentir-se incapaz de atingir objetivos anteriormente determinados.
6 - Achar que as coisas só dão certo com os outros.
7 - Colocar culpa nos outros pelos próprios erros.
8 - Evitar fitar os olhos do interlocutor ao conversar.
9 - Achar-se o motivo do aborrecimento alheio.
10 - Temer o futuro, achando que as coisas ruins vão acontecer.
Fonte: Revista Veja
Deixe de ter uma visão distorcida naquilo que você é. Acredite em seu potencial, e tome as rédeas da sua vida!!!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Indicação de Filme - Invictus

Assisti recentemente o filme Invictus.
O filme retrata a história de como Nelson Mandela uniu forças com o capitão do time de rúgbi da África do Sul (um time desacreditado) para unir a nação independente das suas crenças e convicções.
É inspiradora sua determinação, sua compaixão e principalmente sua fé na mudança do ser humano. Independente de tudo que sofreu, em mais de 2 décadas na prisão, o que prevaleceu foi o amor.
Uma lição de vida!!!!
Recomendo!!!!
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Pacto com si Mesma

Eu estava procurando alguns temas diferentes para eu postar e encontrei este texto da Psicoterapeuta Lidia Aratangy... aproveitem!!!
"Ao contrário do que as pessoas costumam pensar, harmonia interior não é ausência de conflito, e sim saber lidar com eles, sem se deixar dominar. Nossa existência é dinâmica e marcada por transformações. Por isso, não podemos temer as mudanças e as crises. Claro que a capacidade de tolerar dificuldades varia de acordo com as etapas da vida. À medida que o indivíduo intensifica o autoconhecimento, essa tarefa vai se tornando menos complicada. Vale lembrar que a terapia não é o único caminho para se conhecer. Bons amigos e experiências emocionais, como aquelas proporcionadas pela literatura e pelo cinema, fazem toda a diferença. O que não podemos é fechar os olhos para a desarmonia. Fugir não resolve a questão, pois as emoções não evaporam. Pelo contrário, sempre procuram um canal de expressão. Portanto, precisamos estar atentas a três atitudes que, em geral, trazem insatisfação. A primeira é dar atenção demasiada às coisas não realizadas. Essa postura empobrece a vida que temos hoje. Ora, se você fez escolhas, aposte todas as fichas nelas e não perca energia fantasiando acerca das opções descartadas. Igualmente prejudicial é a busca por aceitação. Em nome dela, as pessoas costumam abandonar seus próprios valores e desejos para adotar referenciais alheios. Por fim, não podemos nos esquecer de nos indagar periodicamente se os planos de ontem ainda fazem sentido hoje. Com esses cuidados, podemos alcançar momentos de harmonia, traduzidos em uma atitude de abertura para o novo, com a consciência plena de que a vida vale a pena".
Pensamento da Semana
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Somatização

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay segue abaixo uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas.
DOENÇAS / CAUSAS:
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AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: Medo de recomeçar, medo de seguir em frente
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente..
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Curiosidade: História do Dia das Mães
História do Dia das Mães Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.
Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.
Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.
Nos Estados Unidos, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
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No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa.
sábado, 8 de maio de 2010
Sugestão de Leitura
Estou terminando de ler o livro: O Ciclo da Auto-Sabotagem.
É uma excelente leitura para aquelas pessoas que passam suas vidas repetindo comportamentos que foram aprendidos, sem se darem conta do porque agem de determinada forma, muitas vezes destruindo seus relacionamentos.
O livro é bem didático com diversos exemplos de casos reais.
Impossível não se identificar.
Fica a dica!!!!!
Pensamento do Dia
Sobre o EMDR - Nova Técnica em Psicoterapia
O que é o E.M.D.R.?
A sigla E.M.D.R. significa Eye Movement Desensitization and Reprocessing conhecida no Brasil como Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares.
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Como surgiu?
O método foi desenvolvido nos Estados Unidos pela Dra. Francine Shapiro, quando ela começou a seguinte experiência: deliberadamente pensava sobre coisas do seu passado e presente que lhe incomodavam, enquanto mexia os olhos. Todas as vezes que fazia isso a perturbação cessava.
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Como funciona?
O EMDR é um trabalho complexo que exige o conhecimento da história clínica do paciente, diagnóstico apropriado, desenvolvimento de uma relação empática terapeuta/paciente e a preparação do paciente para o EMDR em si. Os movimentos são realizados em conjunto com a psicoterapia para ajudar o cliente a integrar os traumas processados.
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Como atua em nosso cérebro?
Ao fazer o movimento com os olhos de um lado para o outro o hemisfério direito (emocional) e esquerdo (racional) do cérebro trocam informações. Esta troca possibilita que o material inconsciente/emocional passe a vir à consciência/racional, integrando as informações armazenadas por eles.
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Como acontece uma sessão de E.M.D.R.?
O paciente escolhe uma situação de um problema específico que deseja trabalhar. Analisando o problema escolhido é identificado qual é a lembrança perturbadora ou pensamento negativo. Então, o paciente procura manter em mente a cena, um sentimento, um pensamento e as crenças negativas, enquanto o terapeuta realiza os movimentos bilaterais. A estimulação bilateral é feita até que o paciente relate que aquela situação não desencadeia nenhum sentimento perturbador e, ele possa agora integrar o evento em sua vida de uma maneira adaptativa.
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Quais são as vantagens do E.M.D.R?
Umas das vantagem mais significativas, nos tempos de hoje, é a duração deste processo. Dependendo da situação trabalhada o paciente pode ver resultados já na quarta sessão. Isto se deve ao fato dela ser estruturada e focada naquilo que o paciente busca. Assim, o quanto antes, o indivíduo pode voltar a ter atitudes mais funcionais em sua vida.
Em que casos ele pode ser utilizado?
- Depressão
- Transtorno de ansiedade
- Síndrome do pânico
- Luto
- Medo / Fobia
- Culpa
- Auto-estima
- Angústia
- Relacionamento interpessoal
- Transtorno de Estresse Pós-Traumático
- Somatizações
- Estresse
- TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo)
- Transtorno Alimentar (obesidade, bulimia, anorexia)
- Dor crônica
- Instalação de recursos positivos
Para quê escolhi o EMDR

Vivemos em uma época onde o tempo muitas vezes se torna nosso maior inimigo. Temos pressa de viver, pressa de termos nossos sonhos concretizados, pressa de solucionarmos nossos problemas, nossos conflitos.
Quando busquei fazer minha formação em EMDR, não buscava apenas mais uma técnica para meu currículo, buscava algo que pudesse solucionar a queixa dos meus pacientes de forma que eles pudessem retomar suas vidas de uma maneira mais saúdavel e principalmente mais feliz.
Desejava aliar o tempo a este processo, pois percebia que muitos acabavam sofrendo exaustivamente por um longo período.
Confesso que durante meu aprendizado fiquei apreensiva e até cética, afinal está técnica era completamente "diferente" daquilo que eu conhecia no campo da Psicologia. Ao mesmo tempo que sentia um imenso fascínio, me sentia insegura e um tanto descrente. Eu tinha dúvidas se ela me proporcionaria resultados efetivos ao aplicá-la.
*
Minhas dúvidas foram sanadas a partir do momento que atendi meu primeiro paciente utilizando o EMDR. A sensação de vê-lo descobrindo e tomando conhecimento de sentimentos, emoções e situações, até então desconhecidas, associadas com seu trauma, foi inexplicável. Vê-lo sair de uma sessão mais confiante e sem nenhum incômodo, foi no mínimo muito recompensador.
Hoje possuo 2 anos de prática clínica com o EMDR e durante este trajeto posso afirmar que me sinto mais realizada profissionalmente, por constatar melhoras significativas e surpreendentes em meus pacientes.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
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