segunda-feira, 24 de maio de 2010

Pacto com si Mesma


Eu estava procurando alguns temas diferentes para eu postar e encontrei este texto da Psicoterapeuta Lidia Aratangy... aproveitem!!!


"Ao contrário do que as pessoas costumam pensar, harmonia interior não é ausência de conflito, e sim saber lidar com eles, sem se deixar dominar. Nossa existência é dinâmica e marcada por transformações. Por isso, não podemos temer as mudanças e as crises. Claro que a capacidade de tolerar dificuldades varia de acordo com as etapas da vida. À medida que o indivíduo intensifica o autoconhecimento, essa tarefa vai se tornando menos complicada. Vale lembrar que a terapia não é o único caminho para se conhecer. Bons amigos e experiências emocionais, como aquelas proporcionadas pela literatura e pelo cinema, fazem toda a diferença. O que não podemos é fechar os olhos para a desarmonia. Fugir não resolve a questão, pois as emoções não evaporam. Pelo contrário, sempre procuram um canal de expressão. Portanto, precisamos estar atentas a três atitudes que, em geral, trazem insatisfação. A primeira é dar atenção demasiada às coisas não realizadas. Essa postura empobrece a vida que temos hoje. Ora, se você fez escolhas, aposte todas as fichas nelas e não perca energia fantasiando acerca das opções descartadas. Igualmente prejudicial é a busca por aceitação. Em nome dela, as pessoas costumam abandonar seus próprios valores e desejos para adotar referenciais alheios. Por fim, não podemos nos esquecer de nos indagar periodicamente se os planos de ontem ainda fazem sentido hoje. Com esses cuidados, podemos alcançar momentos de harmonia, traduzidos em uma atitude de abertura para o novo, com a consciência plena de que a vida vale a pena".

Pensamento da Semana


"A História é um processo construído com continuidades e mudanças. A crise é uma oportunidade de mudar para melhor".

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Somatização


Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay segue abaixo uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas.

DOENÇAS / CAUSAS:
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AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: Medo de recomeçar, medo de seguir em frente
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente..
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

Curiosidade: História do Dia das Mães

História do Dia das Mães

Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.

Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.

Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

Nos Estados Unidos, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
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No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa.

sábado, 8 de maio de 2010

Sugestão de Leitura

Estou terminando de ler o livro: O Ciclo da Auto-Sabotagem.
É uma excelente leitura para aquelas pessoas que passam suas vidas repetindo comportamentos que foram aprendidos, sem se darem conta do porque agem de determinada forma, muitas vezes destruindo seus relacionamentos.
O livro é bem didático com diversos exemplos de casos reais.
Impossível não se identificar.
Fica a dica!!!!!

Pensamento do Dia


"Quem vive no passado ou no futuro corre o risco de NÃO RECONHECER a beleza e o milagre da vida que tem lugar à sua volta no momento PRESENTE."

Eckhart Tolle - Escritor


Sobre o EMDR - Nova Técnica em Psicoterapia

O que é o E.M.D.R.?
A sigla E.M.D.R. significa Eye Movement Desensitization and Reprocessing conhecida no Brasil como Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares.
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Como surgiu?

O método foi desenvolvido nos Estados Unidos pela Dra. Francine Shapiro, quando ela começou a seguinte experiência: deliberadamente pensava sobre coisas do seu passado e presente que lhe incomodavam, enquanto mexia os olhos. Todas as vezes que fazia isso a perturbação cessava.
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Como funciona?
O EMDR é um trabalho complexo que exige o conhecimento da história clínica do paciente, diagnóstico apropriado, desenvolvimento de uma relação empática terapeuta/paciente e a preparação do paciente para o EMDR em si. Os movimentos são realizados em conjunto com a psicoterapia para ajudar o cliente a integrar os traumas processados.
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Como atua em nosso cérebro?
Ao fazer o movimento com os olhos de um lado para o outro o hemisfério direito (emocional) e esquerdo (racional) do cérebro trocam informações. Esta troca possibilita que o material inconsciente/emocional passe a vir à consciência/racional, integrando as informações armazenadas por eles.
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Como acontece uma sessão de E.M.D.R.?
O paciente escolhe uma situação de um problema específico que deseja trabalhar. Analisando o problema escolhido é identificado qual é a lembrança perturbadora ou pensamento negativo. Então, o paciente procura manter em mente a cena, um sentimento, um pensamento e as crenças negativas, enquanto o terapeuta realiza os movimentos bilaterais. A estimulação bilateral é feita até que o paciente relate que aquela situação não desencadeia nenhum sentimento perturbador e, ele possa agora integrar o evento em sua vida de uma maneira adaptativa.
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Quais são as vantagens do E.M.D.R?

Umas das vantagem mais significativas, nos tempos de hoje, é a duração deste processo. Dependendo da situação trabalhada o paciente pode ver resultados já na quarta sessão. Isto se deve ao fato dela ser estruturada e focada naquilo que o paciente busca. Assim, o quanto antes, o indivíduo pode voltar a ter atitudes mais funcionais em sua vida.

Em que casos ele pode ser utilizado?
  • Depressão
  • Transtorno de ansiedade
  • Síndrome do pânico
  • Luto
  • Medo / Fobia
  • Culpa
  • Auto-estima
  • Angústia
  • Relacionamento interpessoal
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático
  • Somatizações
  • Estresse
  • TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo)
  • Transtorno Alimentar (obesidade, bulimia, anorexia)
  • Dor crônica
  • Instalação de recursos positivos

Para quê escolhi o EMDR


Vivemos em uma época onde o tempo muitas vezes se torna nosso maior inimigo. Temos pressa de viver, pressa de termos nossos sonhos concretizados, pressa de solucionarmos nossos problemas, nossos conflitos.

Quando busquei fazer minha formação em EMDR, não buscava apenas mais uma técnica para meu currículo, buscava algo que pudesse solucionar a queixa dos meus pacientes de forma que eles pudessem retomar suas vidas de uma maneira mais saúdavel e principalmente mais feliz.

Desejava aliar o tempo a este processo, pois percebia que muitos acabavam sofrendo exaustivamente por um longo período.

Confesso que durante meu aprendizado fiquei apreensiva e até cética, afinal está técnica era completamente "diferente" daquilo que eu conhecia no campo da Psicologia. Ao mesmo tempo que sentia um imenso fascínio, me sentia insegura e um tanto descrente. Eu tinha dúvidas se ela me proporcionaria resultados efetivos ao aplicá-la.
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Minhas dúvidas foram sanadas a partir do momento que atendi meu primeiro paciente utilizando o EMDR. A sensação de vê-lo descobrindo e tomando conhecimento de sentimentos, emoções e situações, até então desconhecidas, associadas com seu trauma, foi inexplicável. Vê-lo sair de uma sessão mais confiante e sem nenhum incômodo, foi no mínimo muito recompensador.

Hoje possuo 2 anos de prática clínica com o EMDR e durante este trajeto posso afirmar que me sinto mais realizada profissionalmente, por constatar melhoras significativas e surpreendentes em meus pacientes.