
Vivemos em uma época onde o tempo muitas vezes se torna nosso maior inimigo. Temos pressa de viver, pressa de termos nossos sonhos concretizados, pressa de solucionarmos nossos problemas, nossos conflitos.
Quando busquei fazer minha formação em EMDR, não buscava apenas mais uma técnica para meu currículo, buscava algo que pudesse solucionar a queixa dos meus pacientes de forma que eles pudessem retomar suas vidas de uma maneira mais saúdavel e principalmente mais feliz.
Desejava aliar o tempo a este processo, pois percebia que muitos acabavam sofrendo exaustivamente por um longo período.
Confesso que durante meu aprendizado fiquei apreensiva e até cética, afinal está técnica era completamente "diferente" daquilo que eu conhecia no campo da Psicologia. Ao mesmo tempo que sentia um imenso fascínio, me sentia insegura e um tanto descrente. Eu tinha dúvidas se ela me proporcionaria resultados efetivos ao aplicá-la.
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Minhas dúvidas foram sanadas a partir do momento que atendi meu primeiro paciente utilizando o EMDR. A sensação de vê-lo descobrindo e tomando conhecimento de sentimentos, emoções e situações, até então desconhecidas, associadas com seu trauma, foi inexplicável. Vê-lo sair de uma sessão mais confiante e sem nenhum incômodo, foi no mínimo muito recompensador.
Hoje possuo 2 anos de prática clínica com o EMDR e durante este trajeto posso afirmar que me sinto mais realizada profissionalmente, por constatar melhoras significativas e surpreendentes em meus pacientes.
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